Miradouro
Cruz Alta
O ponto mais alto da serra dentro do parque, a 528 metros. É daqui que se vê o palácio inteiro sobre a rocha, com o mar ao fundo. Suba a pé: são 20 a 30 minutos desde o palácio, em caminho pedregoso.
Este não é o site oficial
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O jardim romântico · 85 hectares
Metade dos visitantes vê o palácio e vai-se embora sem perceber que o parque é a outra metade da obra — e que os miradouros que dão a fotografia clássica estão todos lá dentro.
Preços e disponibilidade em tempo real. A reserva é concluída no site da Tiqets.
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Horários e preços oficiais segundo parquesdesintra.pt.
O Parque da Pena é um jardim romântico de cerca de 85 hectares que D. Fernando II mandou plantar ao mesmo tempo que erguia o palácio. Não é um jardim decorativo em redor de um edifício: é uma composição paisagística deliberada, com espécies trazidas de todo o mundo, caminhos sinuosos que escondem e revelam vistas, e construções dispersas que funcionam como pontos de chegada.
Foi plantado num terreno que era rocha nua e mato. Tudo o que hoje é floresta densa — sequoias, fetos arbóreos da Austrália e da Nova Zelândia, camélias, criptomérias do Japão — foi trazido e plantado a partir da década de 1840. É um dos primeiros grandes parques de aclimatação da Europa.
Por ordem de interesse, não de proximidade. O parque é grande e mal sinalizado em alguns troços — leve o mapa.
Miradouro
O ponto mais alto da serra dentro do parque, a 528 metros. É daqui que se vê o palácio inteiro sobre a rocha, com o mar ao fundo. Suba a pé: são 20 a 30 minutos desde o palácio, em caminho pedregoso.
Incluído no bilhete
A casa alpina que Fernando II mandou construir com Elise Hensler, a sua segunda mulher, cantora de ópera. Está incluída no bilhete do parque e fecha às 17h30.
Jardim de água
Uma sequência de lagos artificiais com patos, uma pequena torre e vegetação densa. É a zona mais fresca do parque no verão e a mais fotogénica com nevoeiro.
Botânica
A zona de fetos arbóreos e plantas de sombra, junto ao Chalet. Menos visitada e das partes mais bonitas do parque.
Exterior do palácio
Acessível com o bilhete de parque: dá para andar em volta do edifício, ver a fachada de perto e chegar ao pátio dos arcos.
Entrada alternativa
A segunda entrada do parque, bem mais calma do que a principal. Sai perto do Vale dos Lagos e é a melhor opção para quem chega a pé do Castelo dos Mouros.
Em 1869, viúvo, D. Fernando II casou com Elise Hensler, cantora de ópera suíço-americana, que recebeu o título de Condessa d’Edla. O casal mandou construir no extremo oeste do parque uma casa de campo em estilo de chalet alpino, muito distante da linguagem do palácio.
O edifício ardeu em 1999 e esteve arruinado durante mais de uma década. Foi recuperado e reaberto em 2011, com o revestimento exterior em cortiça reconstituído a partir de fotografias e desenhos de época.
Está incluído no bilhete do Parque da Pena, mas fecha às 17h30 — mais cedo do que o parque. Se chegar ao parque às 16h00, vá primeiro ao Chalet e deixe os miradouros para o fim.
Entrando pelo portão principal, sem transfer, com uma subida constante no início.
Suba pela calçada principal. Não desvie ainda: se tem slot para o interior, esta é a etapa que não pode falhar.
Com bilhete de interior, faça o circuito. Só com bilhete de parque, dê a volta ao edifício pelas muralhas e ao pátio dos arcos.
O desvio começa a sul do palácio. É pedregoso e sem sombra no último troço. Leve água.
Caminho descendente e sombrio, com mudança total de ambiente. É aqui que o parque deixa de parecer jardim e passa a parecer floresta.
A oeste do Vale dos Lagos. Lembre-se do fecho às 17h30.
Mais próximo do Chalet do que o portão principal, e dá para o caminho a pé de descida à vila.
O Vale dos Lagos: a zona mais fresca do parque no verão.
Fetos arbóreos e criptomérias plantados a partir da década de 1840.
O Chalet, reaberto em 2011 depois do incêndio de 1999.
Vale, em três cenários concretos:
Não vale se for a primeira visita e tiver tempo: o claustro manuelino e a Sala Árabe não têm equivalente lá fora.
Preços e disponibilidade em tempo real. A reserva é concluída no site da Tiqets.
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12 € para adultos dos 18 aos 64 anos, 10 € para jovens dos 6 aos 17 e para maiores de 65, e 40 € para família de dois adultos e dois jovens. Crianças até aos 5 anos não pagam.
Sim. O Chalet e o jardim estão incluídos no bilhete do Parque da Pena, mas fecham às 17h30, com última entrada às 17h00.
Não. A hora marcada aplica-se apenas ao circuito interior do palácio. No parque entra-se a qualquer momento entre as 9h00 e as 18h00, hora da última admissão.
Uma hora e meia a duas horas para o essencial: palácio pelo exterior, Vale dos Lagos e Chalet. Com a subida à Cruz Alta, conte três horas.
O ponto mais alto da serra dentro do parque, a cerca de 528 metros de altitude, com vista sobre o palácio, a serra e o mar. Fica a 20 a 30 minutos a pé do palácio, por caminho pedregoso.
Nos caminhos principais, sim, mas o parque tem declives acentuados e calçada irregular. Para a Cruz Alta e os trilhos secundários, um porta-bebés funciona muito melhor.